sexta-feira, 28 de abril de 2017

ALERTA CLIMÁTICO

ALERTA para 2015
                                Um blog sobre a Alteração do clima da Terra
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PAULO ANIBAL G. MESQUITA
Biólogo
(foto: fenômeno Catarina-1° "furacão" no Brasil em 2004/Parte inicial do artigo de Paulo Aníbal G. Mesquita) na revista
O risco de uma catástrofe climática é algo real
 Completa 11 anos o 1° furacão Brasileiro - Catarina
O filme “O Dia Depois de Amanhã” foi um grande sucesso do cinema, mas infelizmente não é apenas uma mera ficção, onde seus efeitos especiais retratam uma terrível possibilidade para os habitantes deste mundo devido á agressão que o ser humano vem fazendo à atmosfera terrestre e aos ecossistemas, principalmente pela emissão de poluentes e a queima de combustíveis fósseis, causando o aquecimento global. Numa interferência sem precedentes nos ambientes naturais do planeta, o homem poderá ocasionar um grande GGE – Evento Geofísico Global, como mostra no filme, podendo provocar à morte de centenas de milhares de pessoas – um verdadeiro “apocalipse” causado pelo o homem. Estamos nos primeiros anos no século XXI e podemos evidenciar à drástica alteração climática do planeta pelos os mais recentes acontecimentos climáticos em diversas regiões da Terra, mesmo em áreas consideradas seguras - por exemplo:
O “Fenômeno Catarina”(na foto acima), que atingiu a costa sul do Brasil há 10 anos, em 27 de Março de 2004, com ventos de aproximadamente 200km/h – considerado o 1° furação do atlântico sul, apesar de ele ter “nascido” como um ciclone extratropical, ou seja, os ventos possuem à mesma rotação ao longo do redemoinho e seu núcleo (“olho”) é frio, porém, com o passar do tempo a rotação dos ventos na sua superfície apresentavam sentido oposto ao das camadas mais altas e seu "olho" com temperatura mais elevadas (típico do furação) – este fenômeno causou à morte de 5 pessoas e prejuízos materiais da ordem de 1 bilhão de reais.

domingo, 3 de agosto de 2014

Aumento da temperatura em 2014

2014 foi o ano mais quente desde quando começaram as medições globais

A NASA DETECTA ALGO no LITORAL BRASILEIRO em JANEIRO de 2014
No dia 19 de Janeiro de 2014, o instrumento Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer, ou MODIS, a bordo do satélite Aqua da NASA capturou essa imagem de um florescimento de organismos microscópicos na costa sudeste do Brasil. Note como as águas do Atlântico Sul estão escurecidas em uma faixa que se estende por 800 km de extensão de sul para nordeste pela plataforma continental. Na imagem, os fios brancos sobre o mar e sobre a parte terrestre são nuvens.
Biólogos trabalhando na área identificaram o florescimento como sendo da Myrionecta rubra (anteriormente conhecida como Mesodinium rubrum), um protista ciliado que se move rapidamente. Apesar de não ser um verdadeiro fitoplâncton, ele é um autotrófico, ou seja, que gera a sua própria comida. A Myrionecta se energiza pela fotossíntese, mas também pode se energizar ingerindo cloroplastos (plastídeos portadores de clorofila) de outras algas. Além de ameaçar as algas microscópicas que consome, a Myrionecta rubra não é conhecida por ser tóxica para outras vidas marinhas e para o ser humano. Vista de perto, como no vídeo acima, o florescimento possui uma cor vermelha profunda. Mas esse florescimento aparece quase preto em imagens de satélite devido a como o oceano absorve e espalha a luz do Sol. O floresciemento da Myrionecta rubra tende a flutuar um metro ou dois abaixo da superfície da água, assim, fótons de luz vermelha que estão sendo refletidos provavelmente estão sendo absorvidos ou espalhados em seu caminho de volta para a superfície. Perto da costa – olhe perto do Rio de Janeiro e de São Paulo – a água tem uma tonalidade esverdeada, talvez seja um sinal de um floresciemtno diferente de um fitoplâncton ou de sedimentos carregados pelas recentes chuvas fortes que atingiram a região.

No OUTONO de 2014 podemos ter alguns eventos de EXTREMOS CLIMÁTICOS
No começo do mês de fevereiro postei pelo facebook um comentário sobre o crescimento anormal de micro-organismos no mar da região sudeste e sul captado por um satélite da NASA pelo o instrumento Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer, ou MODIS, a bordo do satélite Aqua , onde citei que evidencia claramente o aquecimento acentuado do nosso oceano atlântico e posto novamente um alerta: "Estou atento porque esse aquecimento no oceano, pois é condição para formação de áreas ciclonais / baixa pressão. Não se esqueçam que o mês que janeiro último foi o mais quente e o mais seco que tivermos até agora. São Paulo nesta última semana teve a umidade relativa muito baixa, abaixo de 30 % e em algumas regiões ficou abaixo de 20 %....essa secura não é do verão e sim do nosso inverno (jun/jul/ago)...... espero que realmente esteja errado, mas no nosso próximo outono (a partir de março) podemos ter extremos climáticos associados a regimes de ventos (vendavais/tornados????) e de ciclones (formação de "furacão"no oceano) que pode atingir a costa da região sul e até o sudeste" . Janeiro de 2014 foi o mês mais quente em SP nos últimos 71 anos, ou seja, desde quando começaram as medições meteorológicas....e tem gente que acha que não existe nenhum aquecimento global!!!!!!!!Abaixo, o mapa de temperaturas no início do mês evidenciando  os recordes de temperaturas altas na região centro-sul do país.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012


Em matéria na revista Sexto Sentido n° 73, essas alterações com atuação no Brasil foram devidamente detalhadas, como a formação de um furacão em 2004 na região sul do país, tonardos no interior do estado de São Paulo(2005), a maior seca na amazônia (2005), chuvas torrências nos três útimos anos, ...
Fraglante de um tornado F3 na região de Indaiatuba (interior de São Paulo) em 23 de maio de 2005, com ventos que chegaram à 300km/h, sendo classificado como um F3 na escala Fujita, destruindo 36 Indústrias, destelhando mais de 400 casas e tombou vagões de trem – prejuízo por volta de 90 milhões de reais.


(Destruição provocada pelo furacão Katrina nos EUA)

Obs.: A temporada de furacões de 2005 foi até agora a maior da história, pois as águas superficiais do atlântico estão muito aquecidas, além de provocarem à forte seca na Amazônia, ocasionaram um grande número de tempestades tropicais que se transformaram em furacões, inclusive esgotaram os 21 nomes pré-estabelecidos, levando pela 1ª vez letras do alfabeto grego para dar nome as tormentas – em agosto, o furacão Katrina arrasou o delta do rio Mississipi, varrendo toda a costa de Louisiana e devastando a bela New Orleans, causando à morte de quase 2000 pessoas e prejuízo superior a 100 bilhões de dólares.
ESTIAGEM NA AMAZÔNIA
A grande estiagem de 2005 na região amazônica, onde apesar de ser à maior reserva hídrica superficial do mundo, viu muitos de seus rios secarem bem mais que o normal, deixando um imenso rastro de peixes mortos nas margens, como no rio Manaquiri, um afluente do rio Solimões, este quem o via do alto observou os infinitos bancos de areia que encalhou milhares de embarcações e isolou diversas comunidades; o DERRETIMENTO DAS GELEIRAS dos pólos norte e sul, provocando à formação de inúmeros icebergs gigantescos, muitos dos quais do tamanho da cidade de São Paulo e com o degelo dos pólos, é óbvio que o nível da água do mar se eleva, podendo prejudicar seriamente cidades costeiras e até mesmo eliminar inúmeros ecossistemas marinhos e manguezais, este um verdadeiro berçário para muitos animais terrestres e marinhos, além de atuarem na contensão da erosão costeira e de manterem a qualidade dos sedimentos com nutrientes e sais minerais na água.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007

AQUECIMENTO GLOBAL

AQUECIMENTO GLOBAL - O GRANDE VILÃO:
Todos esses eventos aqui citados estão diretamente relacionados com o aquecimento global do planeta Terra, onde o real responsável por este apocalipse climático é o EFEITO ESTUFA, causado pela “mão” humana, pelo menos desde à invenção da máquina à vapor no século XVIII, as concentrações de CO2 – Dióxido de Carbono na atmosfera se elevaram cerca de 25 % pela queima de combustíveis fósseis, como o petróleo e o carvão, onde os níveis de CO2 são os mais altos nos últimos 400 mil anos. Medições evidenciam que o dióxido de carbono aumenta na atmosfera na ordem de 0,4 % ao ano, isto é, cerca de 6 bilhões de toneladas, onde aproximadamente metade desse gás é absorvida pelos vegetais (principalmente no mar), enquanto a outra metade permanece na atmosfera. O ser humano alterou tanto o meio ambiente, que até um pesquisador holandês – Paul Crutzen, chega a afirmar que a época geológica atual (Holoceno) iniciada há apenas 10 mil anos já se encerrou, e segundo ele estamos no Antropoceno desde o século XVIII, quando teve início à revolução industrial Mas o CO2 não é o único vilão, outros gases também colaboram para o aumento do efeito estufa, como o metano, os cloro-flúor-carbonos, os óxidos nitrosos e o ozônio. Todos esses gases provocam o efeito estufa em nosso planeta, pois o calor proveniente do Sol fica detido pelos os mesmos, provocando assim, a elevação da temperatura – o EFEITO ESTUFA, que por sua vez, provocará modificações no regime de chuvas, nos regime dos ventos, na temperatura da superfície do mar, etc, ou seja, como já citado no parágrafo acima, as chuvas e os ventos ficam mais violentos, haverá cada vez mais furacões e de tornados, inundações catastróficas e secas prolongadas. Há modelos climáticos que evidenciam que se continuar essa taxa elevada de emissão de CO2 na atmosfera, a concentração do mesmo poderá dobrar até 2030, e neste mesmo ano o nível do mar se elevaria pelo menos meio metro. É lógico que a Biosfera terrestre esta totalmente desequilibrada, onde para muitos biólogos a Terra em seu conjunto seria um “organismo vivente” – é a teoria de GAIA, criada pelo o biólogo inglês James Lovelock, onde em seu livro afirma que à natureza (Terra) sempre vai tender à buscar o equilíbrio, e pelo o fato da humanidade agredir seriamente o meio ambiente, a mesma vai tentar “livrar-se” de seus agressores – seria a extinção da humanidade? Será que as atuais alterações climáticas são uma resposta de Gaia contra os seus agressores? Será tarde demais para evitar o “Dia Depois de Amanhã” ?

ALERTA para TERRA - o GGE



O derretimento das Geleiras é uma consequência grave do aquecimento global, com na foto acima, onde o autor presenciou um degelo nos Alpes.




Um Alerta Apocalíptico!O GGE – Evento Geofísico Global, que foi bem retratado no filme “The Day After Tomorrow” ( O Dia Depois de Amanhã), mostra uma das principais ameaças para o planeta juntamente com à elevação do nível do mar, é a drástica alteração da circulação das correntes marítimas do Atlântico Norte, por exemplo, na corrente do Golfo ou “Gulf Stream”, que é responsável pelo o aquecimento do noroeste do continente europeu, pois ela leva águas quentes com alta salinidade para a região ártica, onde se resfriam e por serem mais densas e salgadas, submergem e voltam pelo o fundo do mar para a região tropical – no golfo, assim mantém o equilíbrio da circulação. Porém, com o aquecimento do planeta aumenta o degelo da região Ártica e Siberiana, formando grandes rios que deságuam no mar, causando em seguida à diluição das águas salgadas, podendo fazer com que estas águas tenham uma diminuição de sua densidade – fato que pode quebrar o sistema de circulação dessas águas, pois com à densidade reduzida, essas águas não vão mais descer ao fundo do mar e, obviamente interrompendo à circulação e o fluxo de retorno das mesmas para à região do golfo, então, o hemisfério norte pode congelar!
Observada do espaço, a Terra é uma bela “esfera azul”. Em todos os lugares temos à manifestação de uma enorme variedade de formas de vida, onde essa diversidade teve sua origem há pelo menos 3,5 bilhões de anos, com o surgimento das primeiras bactérias primitivas. Porém, um outra corrente científica (Panspermia) acredita que à vida na Terra teve origem extraterrestre, através de impactos de cometas e meteoritos a base de carbono, pois sabe-se que neste corpos celestes estão presentes inúmeras substâncias orgânicas, ou seja, com elemento carbono – primordial para à vida. Mas não importa como à vida se estabeleceu em nosso planeta, mas o ser humano com seu jeito predatório de ser esta à destruindo. Alguns cientistas acham que estamos caminhando para a 6ª extinção em massa, pois evidências geológicas mostram que já ocorreram 5, sendo que a mais conhecida é aquela que causou à extinção dos dinossauros, há 65 milhões de anos, inclusive podemos verificar isso no território brasileiro na região de Souza (sertão da Paraíba), onde há pegadas de dinossauros que existiram até esse período. Portanto, não esta na hora da humanidade mudar o seu jeito de ser? Quantos mais países precisaram ser devastados por catástrofes naturais? Infelizmente o Brasil não esta mais livre dessas catástrofes, pois é muito provável que no próximo período do outono venha ocorre tornados, estiagem ainda mais avassaladora e até mesmo ocorrência de furacão na região sul devido ao aquecimento das águas do Atlântico Sul.

Autor: Paulo Aníbal G. Mesquita
e mail: pauloanibal@yahoo.com.br
fone: (0xx11) 9679-2160
Biólogo &Professor