sexta-feira, 7 de setembro de 2012


Em matéria na revista Sexto Sentido n° 73, essas alterações com atuação no Brasil foram devidamente detalhadas, como a formação de um furacão em 2004 na região sul do país, tonardos no interior do estado de São Paulo(2005), a maior seca na amazônia (2005), chuvas torrências nos três útimos anos, ...
Fraglante de um tornado F3 na região de Indaiatuba (interior de São Paulo) em 23 de maio de 2005, com ventos que chegaram à 300km/h, sendo classificado como um F3 na escala Fujita, destruindo 36 Indústrias, destelhando mais de 400 casas e tombou vagões de trem – prejuízo por volta de 90 milhões de reais.


(Destruição provocada pelo furacão Katrina nos EUA)

Obs.: A temporada de furacões de 2005 foi até agora a maior da história, pois as águas superficiais do atlântico estão muito aquecidas, além de provocarem à forte seca na Amazônia, ocasionaram um grande número de tempestades tropicais que se transformaram em furacões, inclusive esgotaram os 21 nomes pré-estabelecidos, levando pela 1ª vez letras do alfabeto grego para dar nome as tormentas – em agosto, o furacão Katrina arrasou o delta do rio Mississipi, varrendo toda a costa de Louisiana e devastando a bela New Orleans, causando à morte de quase 2000 pessoas e prejuízo superior a 100 bilhões de dólares.
ESTIAGEM NA AMAZÔNIA
A grande estiagem de 2005 na região amazônica, onde apesar de ser à maior reserva hídrica superficial do mundo, viu muitos de seus rios secarem bem mais que o normal, deixando um imenso rastro de peixes mortos nas margens, como no rio Manaquiri, um afluente do rio Solimões, este quem o via do alto observou os infinitos bancos de areia que encalhou milhares de embarcações e isolou diversas comunidades; o DERRETIMENTO DAS GELEIRAS dos pólos norte e sul, provocando à formação de inúmeros icebergs gigantescos, muitos dos quais do tamanho da cidade de São Paulo e com o degelo dos pólos, é óbvio que o nível da água do mar se eleva, podendo prejudicar seriamente cidades costeiras e até mesmo eliminar inúmeros ecossistemas marinhos e manguezais, este um verdadeiro berçário para muitos animais terrestres e marinhos, além de atuarem na contensão da erosão costeira e de manterem a qualidade dos sedimentos com nutrientes e sais minerais na água.